Melanoma das Mucosas

O melanoma das mucosas é uma forma rara de melanoma, constituindo apenas cerca de 1 a 2% dos casos de melanoma. Aproximadamente 50% dos melanomas das mucosas começam na região da cabeça e pescoço, cerca de 25% começam na região anorretal e cerca de 20% começam no trato genital feminino. Os 5% restantes incluem o esófago, vesícula biliar, intestino, conjuntiva e uretra.

O melanoma das mucosas é uma forma rara de melanoma, constituindo apenas cerca de 1 a 2% dos casos de melanoma. Como em outras áreas da pele, os melanócitos, as células produtoras de pigmento do corpo, também estão presentes nas superfícies mucosas do corpo, forrando os seios nasais, passagens nasais, cavidade oral, vagina, ânus e outras áreas. Tal como os melanócitos em outras partes do corpo, estes podem transformar-se em células cancerosas, resultando em melanoma das mucosas.

Aproximadamente 50% dos melanomas das mucosas começam na região da cabeça e pescoço, cerca de 25% começam na região anorretal e cerca de 20% começam no trato genital feminino. Os 5% restantes incluem o esófago, vesícula biliar, intestino, conjuntiva e uretra. O melanoma da conjuntiva (no olho) está descrito num separador à parte, pelas suas características diferenciadoras. Desta forma, de acordo com o local onde iniciam obtêm a sua designação:

  • Melanoma das mucosas da cabeça e pescoço, inicia-se na cavidade nasal, seios perinasais e cavidade oral;
  • Melanoma das mucosas anorretal, inicia-se no reto ou canal anal;
  • Melanoma das mucosas urogenitais, inicia-se na vagina, vulva e pénis;

 

Ao contrário do melanoma da pele, o melanoma das mucosas não está associado à exposição por raios UV. Além disso, não há fatores de risco óbvios identificados, nem de histórico familiar. Como a maioria dos casos de melanomas das mucosas crescem dentro da pele, estando assim em locais menos visíveis, frequentemente são detetados mais tarde na sua evolução, tornando-os mais complicados de tratar. Além disso, o seu diagnóstico é ainda dificultado pelos sintomas não específicos associados a estes tipos de melanomas, que facilmente se podem confundir com outras questões menos graves de saúde, retardando ainda mais o diagnóstico.

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